Marca Castanha de Caju da Guiné-Bissau
Marca Castanha de Caju da Guiné-Bissau
Na sessão de abertura, o Consultor Eng. António Nosoline apresentou a importância estratégica do referido regulamento para inserção da Castanha de Caju Guineense no mercado Internacional, destacando que a marca colectiva é um instrumento chave para garantir qualidade, rastreabilidade e valorização do produto nacional junto dos compradores externos.
O encontro reuniu produtores, técnicos do Ministério da Agricultura, do Comércio e parceiros do sector. O objetivo foi apresentar, discutir e validar o documento que define as regras, normas de qualidade e condições de uso da referida marca coletiva.
Com este passo, a Guiné-Bissau aproxima-se da proteção oficial de um dos seus principais produtos de exportação, garantindo mais valor acrescentado e reconhecimento internacional aos produtores nacionais.
Na sequência dos trabalhos de proteção da ”Castanha de Caju da Guiné-Bissau”, o Diretor-Geral da OAPI, Eng. Carlos Sanca, anunciou o próximo passo da estratégia nacional de Propriedade Industrial.
De acordo com o anúncio, um consultor da OMPI – Organização Mundial da Propriedade Intelectual – deverá chegar em breve a Bissau para trabalhar em parceria com a Equipa de Seguimento da Indicação Geográfica. O objetivo da missão é iniciar o processo de proteção da Manga de Faca*, outro produto emblemático da biodiversidade e economia rural guineense, seguindo a mesma metodologia aplicada à castanha.